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Conta de luz sobe 24,1% no DF a partir de segunda

Reajuste extraordinário ocorre por desequilíbrio nas contas das distribuidoras.
Também houve aumento nas bandeiras tarifárias; vermelha subiu 83,33%.


A conta de luz no Distrito Federal fica 24,1% mais cara a partir da próxima segunda-feira (2). A revisão extraordinária da tarifa foi aprovada nesta sexta-feira (27) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O valor é superior à média do aumento em todo o país, que foi de 23,4%.

A agência também modificou os valores das bandeiras tarifárias, que mudam de acordo com o custo de produção da energia elétrica no país. Os novos valores também vale a partir de segunda e são os mesmos propostos no início de fevereiro, quando o assunto foi levado a audiência pública.

Em caso de bandeira vermelha, que vigora atualmente em todo país e sinaliza que está muito caro gerar energia, passa a ser cobrada nas contas de luz uma taxa extra de R$ 5,50 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) de energia usados. O aumento é de 83,33% em relação aos R$ 3 cobrados entre janeiro e fevereiro.

Para bandeira amarela, que sinaliza que a produção de energia está um pouco mais cara, a taxa extra aplicada passa de R$ 1,50 para R$ 2,50 (+ 66,66%). Não houve alteração em relação à bandeira verde, que sinaliza que não há custo adicional para produção de eletricidade e portanto não é aplicada a taxa extra.

Os recursos arrecadados via bandeiras vão cobrir o custo extra pelo uso mais intenso no país de termelétricas (usinas movidas a combustíveis como óleo e gás e que geram energia mais cara), além da compra, pelas distribuidoras, de energia no mercado à vista, onde o preço também é mais alto.

Assim como no caso da revisão extraordinária, as distribuidoras deveriam pagar essa fatura no primeiro momento para depois repassar aos consumidores no reajuste anual. Como elas alegam não ter recursos para isso, as bandeiras permitem a arrecadação imediata.

Governo e Aneel apontam que essa troca (arrecadação imediata via bandeiras ao invés de aguardar o reajuste) é vantajosa para os consumidores, que seriam obrigados a pagar juros às distribuidoras caso elas bancassem os gastos extras nesse primeiro momento.

Aumento extra
As revisões extraordinárias aprovadas nesta sexta são um aumento extra nas contas de luz, aplicado quando há risco de desequilíbrio nas contas das distribuidoras. Os consumidores podem esperar por nova alta em suas tarifas ao longo de 2015, pois a Aneel ainda vai autorizar o reajuste ordinário, aquele que já ocorre uma vez por ano.

Das 63 distribuidoras, 6 já passaram, em fevereiro, pelo reajuste ordinário. A Ampla, que atende cidades do interior do Rio de Janeiro, vai ter os reajustes ordinário e extraordinário aprovados juntos ainda no mês de março, por isso não consta da lista divulgada pela Aneel nesta sexta.

A revisão aprovada nesta sexta vai permitir que as distribuidoras arrecadem, de imediato, recursos para cobrir custos com a compra de energia de Itaipu, novos contratos de suprimento de eletricidade firmados em leilões recentes, além de ações do governo financiadas pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

Pela regra, as distribuidoras deveriam bancar essas contas para, depois, serem ressarcidas no reajuste anual, mas elas alegam não ter recursos. Ou seja, essas despesas bilionárias já seriam repassadas aos consumidores mas, com a revisão extraordinária, isso ocorre antes.

Mais cedo nesta sexta, a Aneel aprovou a previsão de orçamento da CDE para 2015. E determinou que os consumidores paguem, via contas de luz, R$ 22,06 bilhões para o fundo.
O dinheiro vai financiar, entre outras ações, o programa Luz para Todos, o subsídio à tarifa de famílias de baixa renda, combustível para usinas termelétricas do Norte do país e o pagamento de indenizações a empresas.

Consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste vão pagar 80% desse valor. Aos consumidores do Norte e Nordeste, será repassado 20% do total. A arrecadação dos R$ 22,06 bilhões será feita ao longo de 2015.

Equilíbrio
O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, afirmou que o reajuste extra vem corrigir “eventos que perturbam o equilíbrio econômico e financeiro das distribuidoras”, entre os quais o repasse da CDE “é o principal item.”

“Com essas decisões que estão sendo tomadas, completamos o ciclo para alcançar a sustentabilidade do setor elétrico por meio da tarifa”, disse Rufino.

A medida faz parte dos esforços do governo para equilibrar as contas públicas e reverter o processo de perda de credibilidade. No caso do setor elétrico, isso significa suspender ajuda financeira às distribuidoras, por meio de recursos do Tesouro, e promover o chamado “realismo tarifário”, ou seja, repassar às tarifas todos os custos do setor.

Aumento
Para os consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, a alta vai ser de 28,7%, na média. O reajuste é 4,5 vezes maior que o aplicado para aqueles que vivem em estados do Norte e Nordeste, que será de 5,5%, na média.

Essa diferença ocorre porque os consumidores das três primeiras regiões terão mais custos para cobrir com essa revisão extraordinária. Um exemplo é a energia gerada pela hidrelétrica de Itaipu, que atende a todo o país e foi reajustada em quase 50% em 2015, mas que é repassada apenas às contas de luz de moradores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Ao todo, a Aneel autorizou o reajuste das tarifas de 58 das 63 distribuidoras de energia do país. Os cerca de 1,2 milhão de consumidores da AES Sul, que atende em 118 cidades do Rio Grande do Sul, terão o maior reajuste, de 39,5%.

Entre as maiores distribuidoras, os mais altos serão da Copel (36,4%), que atende a clientes no Paraná, da Eletropaulo (31,9%), que atua em São Paulo, e da Cemig (28,8%), que atende a consumidores de Minas Gerais.

Veja a lista das distribuidoras e o respectivo aumento:

AES Sul – 39,5%
Bragantina – 38,5%
Uhenpal – 36,8%
Copel – 36,4%
RGE – 35,5%
CNEE – 35,2%
Cocel – 34,6%
Muxfeldt – 34,3%
Demei – 33,7%
Caiua – 32,4%
Forcel – 32,2%
Eletropaulo – 31,9%
CFLO – 31,9%
Hidropan – 31,8%
CPFL Paulista – 31,8%
EDEVP – 29,4%
CPFL Piratininga – 29,2%
Cemig – 28,8%
Enersul – 27,9%
DME-PC – 27,6%
Celg – 27,5%
Eletrocar – 27,2%
Eflul – 27%
Energisa MG – 26,9%
Cemat – 26,8%
Escelsa – 26,3%
ENF – 26%
Bandeirante – 24,9%
Celesc – 24,8%
Elektro – 24,2%
CEB – 24,1%
Ienergia – 23,9%
CJE – 22,8%
Light – 22,5%
CEEE – 21,9%
CSPE – 21,3%
Chesp – 21,3%
Santa Maria – 21%
Eletroacre – 21%
Cooperaliança – 20,5%
Joaocesa – 19,8%
CPEE – 19,1%
Ceron – 16,9%
Mococa – 16,2%
Coelce – 10,3%
CPFL Santa Cruz – 9,2%
Energisa SE – 8%
Sulgipe – 7,5%
Energisa Borborema – 5,7%
Coelba – 5,4%
Ceal – 4,7%
Celtins – 4,5%
Energisa PB – 3,8%
Celpa – 3,6%
Cepisa – 3,2%
Cemar – 3%
Cosern – 2,8%
Celpe – 2,2%

Bandeiras tarifárias
A Aneel já havia tomado nesta sexta uma outra decisão que implica em aumento das contas de luz para os brasileiros ao aprovar o aumento na taxa extra das bandeiras tarifárias, cobrada nas contas de luz quando há aumento no custo de produção de energia no país. Os novos valores, agora oficiais, começam a valer na próxima segunda-feira (2) e são os mesmos propostos no início de fevereiro, quando o assunto foi levado a audiência pública.

Fonte: G1

Aneel aprova aumento no valor da taxa extra da bandeira tarifária

Taxa da bandeira vermelha passa de R$ 3 para R$ 5,50 por 100 kWh.
Novos valores passam a encarecer contas de luz a partir de segunda (2).



A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta sexta-feira (27) o aumento na taxa extra das bandeiras tarifárias, cobrada nas contas de luz quando há aumento no custo de produção de energia no país.

Os novos valores, agora oficiais, começam a valer na próxima segunda-feira (2) e são os mesmos propostos pela Aneel no início de fevereiro, quando o assunto foi levado a audiência pública.

Em caso de bandeira vermelha, que vigora atualmente em todo país e sinaliza que está muito caro gerar energia, passará a ser cobrada nas contas de luz uma taxa extra de R$ 5,50 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) de energia usados, aumento de 83,33% em relação aos R$ 3 cobrados entre janeiro e fevereiro.

Já no caso de bandeira amarela, que sinaliza que a produção de energia está um pouco mais cara, taxa extra aplicada passa de R$ 1,50 para R$ 2,50 (+ 66,66%). Não houve alteração em relação à bandeira verde, que sinaliza que não há custo adicional para produção de eletricidade e, portanto, não é aplicada a taxa extra.

Realismo
O sistema de bandeiras tarifárias começou a valer em janeiro de 2015 e serve como um sinal, nas contas de luz, indicando aos consumidores o custo de produção de energia no país. E, ao reajustar os valores, o objetivo, de acordo com a Aneel, é trazer realismo para o preço da eletricidade.

Os recursos adicionais que serão arrecadados com as bandeiras vão bancar o uso de termelétricas (usinas movidas a combustíveis como óleo e gás e que geram energia mais cara), além da compra, pelas distribuidoras, de energia no mercado à vista, onde o preço também é mais alto.

Normalmente, as distribuidoras pagariam essa fatura, em um primeiro momento, mas depois a repassariam aos seus clientes, por meio do reajuste das tarifas que ocorre uma vez por ano. Isso não está sendo feito agora porque essas empresas alegam não ter recursos suficientes em caixa.

A agência alega que essa troca (arrecadação imediata via bandeiras ao invés de aguardar o reajuste) é vantajosa para os consumidores, que seriam obrigados a pagar juros às distribuidoras caso elas bancassem os gastos extras nesse primeiro momento.

Arrecadação
No início de janeiro, quando foi divulgada a proposta de reajuste, a expectativa era que seriam arrecadados via bandeiras tarifárias R$ 7,2 bilhões a mais nas contas de luz em 2015.

Com os valores antigos (R$ 1,50 para a bandeira amarela e R$ 3 para a vermelha), a arrecadação total no ano era estimada em cerca de R$ 10,6 bilhões. Já com os aumentos (para R$ 2,50 e R$ 5,50, respectivamente), ela sobe para R$ R$ 17,885 bilhões.

Conforme o G1 antecipou em 30 de janeiro, com a mudança no sistema de bandeiras tarifárias o governo pretende arrecadar recursos para cobrir custos extras no setor elétrico em 2015 que, no ano passado, foram pagos por meio de empréstimos bancários.

Uma das vantagens é que, com as bandeiras, o governo evita os juros cobrados pelos bancos, que acabam repassados aos consumidores via aumento da tarifa de energia.

Fonte: G1

Economia de energia em um click


Minas Gerais - Você já pensou em comparar seu consumo de energia elétrica com o de seus amigos das redes sociais? Ou saber como a substituição de certo aparelho poderia influenciar na sua conta de luz? Ou ainda qual seria o consumo diário de energia dos eletrodomésticos da sua casa? Em tempos onde economizar virou a palavra de ordem, uma empresa do Sul de Minas criou o Oráculuz, um aplicativo gratuito que detalha o perfil do gasto de energia elétrica do consumidor residencial e estimula a troca de experiências entre usuários para um consumo mais consciente.

Aplicativos web para simulação de consumo de energia elétrica podem ser facilmente encontrados nos sites das distribuidoras de energia elétrica. A diferença do Oráculuz, desenvolvido pela empresa TR Soluções, de Itajubá, é a possibilidade que dá ao usuário de interagir com seus amigos e ao mesmo tempo estimar despesas futuras e ter conhecimento sobre a previsão das tarifas reais de energia, além de saber da economia gerada na substituição de equipamentos.

“As pessoas compram novos eletrodomésticos, mas não sabem identificar como esses aparelhos influenciam sua conta mensal de luz. Atualmente, não existe no Brasil uma ferramenta que o consumidor possa avaliar o impacto financeiro que a substituição de um eletrodoméstico pode ocasionar no seu bolso, nem tampouco comparar a sua eficiência relativa quanto ao seu consumo de energia em relação aos seus amigos”, explica Joana Marins, sócia e diretora da empresa.

Para ter acesso ao programa basta entrar no site www.oraculuz.com.br ou acessar a páginahttps://www.facebook.com/oraculuz?ref=ts&fref=ts. A partir daí, o usuário responde questões sobre seu perfil de consumo, os eletrodomésticos que possui na residência, qual região do país onde o imóvel está localizado. Assim, o sistema aponta qual a parcela de consumo de cada aparelho, compara o consumo com o de outras pessoas e até dá dicas para economizar energia com o uso correto dos aparelhos domésticos.

Além disso, o Oráculuz calcula o custo-benefício de se investir na implantação de um sistema de placas fotovoltaicas, na implantação de aquecimento solar para água, mede as emissões de carbono de acordo com o consumo de energia elétrica do usuário e estima a quantidade de árvores que ele poderá plantar para neutralizar essas emissões, e ainda dá informações sobre a Tarifa Branca, que entrará em vigor a partir de 2017, e irá estabelecer novas tarifas de acordo com o horário de consumo.

Hoje, o aplicativo já possui mais de mil usuários no Facebook. Neste ano, a empresa anunciou que já está em desenvolvimento a criação de uma versão do aplicativo para smartphones e uma nova funcionalidade para leitura de equipamentos de monitoramento de energia em tempo real.

Smart Grid
A empresa TR Soluções, criadora do Oráculuz, integra o projeto do Sebrae Minas, em Itajubá, “Smart Grid: Desenvolvimento de novas tecnologias para o setor de energia em Itajubá e Região”. O objetivo do projeto é apoiar o desenvolvimento e a competitividade dos pequenos negócios que produzem soluções o setor de energia, utilizando redes e dispositivos inteligentes, conhecidos como Smart Grid.

Além de participar de capacitações gerenciais e mercadológicas Rodadas de Negócios e missões técnicas, a TR Soluções foi atendida pelo Sebraetec, programa do Sebrae criado para incentivar as micro e pequenas empresas a investirem em inovação e tornarem-se mais competitivas. “Apoiamos empresas que estimulam novos negócios com o desenvolvimento de soluções inteligentes para o setor energético do país”, diz a analista do Sebrae Minas, Elaine Rezende.

Fonte: Imprensa Sebrae - MG

Governo federal adota medidas de aprimoramento na gestão do uso de energia e água em prédios públicos



O Ministério do Planejamento publicou hoje no Diário Oficial da União a Portaria nº 23, estabelecendo medidas para monitorar o uso de energia elétrica e água em órgãos da administração pública federal. De acordo com a Portaria, as entidades e órgãos federais deverão adotar práticas responsáveis de consumo, como a utilização consciente do ar condicionado, de lâmpadas e evitar o desperdício de água.

As orientações para economia no consumo de energia são diversas. Tratam de providências simples que contribuem para a redução de consumo como, por exemplo, manter as portas e janelas fechadas quando estiver utilizando o ar condicionado, desligar o aparelho quando não houver ninguém no ambiente e desligá-lo após as 18 horas. Desligar o monitor dos computadores, impressoras, estabilizadores e caixas de som também são ações importantes para a economia de energia.

Com relação aos sistemas de iluminação, algumas resoluções podem ser adotadas rapidamente, como aproveitar a luz natural, abrindo persianas ou cortinas, manter desligadas luminárias em ambientes como banheiros ou salas vazias e substituir lâmpadas.

O uso da água também deve ser responsável, evitando desperdícios como, por exemplo, vazamentos nas instalações. A portaria recomenda atenção à manutenção das torneiras totalmente fechadas, priorização do uso de descargas mais econômicas, criação, quando possível, de sistemas de captação de água da chuva.

Os órgãos e entidades devem informar mensalmente os dados sobre consumo de energia elétrica e de água por meio do Sistema do Projeto Esplanada Sustentável (SisPES). As informações relativas ao ano de 2014 e ao mês de janeiro de 2015 deverão ser inseridas no SisPES no prazo de trinta dias a partir da publicação desta portaria. A Secretaria de Orçamento Federal (SOF/MP) e a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI/MP) estabelecerão indicadores para o monitoramento do consumo.

Fonte: MP

Existe problema em deixar o celular carregando a noite toda?



Estudo esclarece os principais mitos sobre o assunto


Já faz parte da rotina dos proprietários de smartphones ao chegar em casa ligar o aparelho no carregador e assim permanecer pelo máximo de tempo possível para que, no outro dia, ao sair de casa, não sofrer com falta de carga na bateria. Mas você já parou para pensar nas consequências de deixar o celular plugado na tomada durante toda a noite?

O professor David MacKay, da Universidade de Cambridge, Inglaterra, realizou um estudo sobre o assunto e apresenta as respostas definitivas para os questionamentos e mitos que rondam a questão. Confira:

Consumo de energia

De acordo com o professor, o consumo de energia do carregador conectado na tomada, mas sem o smartphone plugado, é mínimo. “Desligar obsessivamente o carregador é como socorrer o Titanic com uma colher de chá. Desligue-o, mas, por favor, tenha ciência de quão pequeno esse gesto é”, explicou. Se o aparelho estiver conectado ao carregador após atingir 100% da carga, entretanto, há um pequeno aumento no consumo de energia, ainda que pouco. Nesta situação, há um consumo de 2,4 W em um ano.

Risco de explosão

Muita gente se preocupa com a possibilidade do aparelho explodir devido a exposição do smartphone por muito tempo à corrente elétrica. O professor MacKay, entretanto, afirma que a chance é muito pequena. Os aparelhos e carregadores mais modernos cortam boa parte da energia que corre entre os dispositivos assim que a carga está completa, evitando sobrecargas.

"Efeito memória"

As baterias modernas de íon de lítio já não possuem o velho "efeito memória" das baterias de celulares m ais antigos. O que pode acontecer é que todos os componentes possuem um ciclo de vida que é diminuído quanto mais eles permanecem conectados na rede elétrica. Mas o professor assegura que esse tempo ainda é maior do que o período no qual você irá ficar com o seu aparelho eletrônico

Fonte: Administradores

2015: ano de retomada do setor imobiliário

Encerramos 2014 com a certeza de que lutamos para vencer as dificuldades enfrentadas pelo setor imobiliário do Distrito Federal. Em mais de 30 anos de atuação e dedicação exaustiva a este segmento produtivo, nunca passamos por uma situação tão delicada. Os entraves na aprovação de projetos da construção civil, a falta de uniformidade na interpretação das normas e leis vigentes e infraestrutura nos novos setores habitacionais, exigências equivocadas e a demora na aprovação do RIT (Relatório de Impacto de Trânsito) foram temas recorrentes na pauta do setor durante os últimos 4 anos. Além disso, os impasses burocráticos que atrasam os empreendimentos imobiliários e elevam em até 20% o custo do imóvel no Distrito Federal também ganharam destaque nos inúmeros encontros entre a diretoria e representantes do governo.

Neste cenário, a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF) tem firmado compromissos com os órgãos governamentais para diminuir os impactos negativos da burocracia no mercado imobiliário, buscando sempre o bem-estar dos nossos clientes e da sociedade. Além disso, tem apresentado também à Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) os problemas de infraestrutura de novas regiões administrativas como Águas Claras, Samambaia, e principalmente, o Noroeste. Este último foi motivo de levantamento realizado pela entidade, que identificou inúmeros problemas, tais como: sistema de transporte e de iluminação pública deficientes, falta de placas de sinalização, ausência de calçadas, paisagismo e drenagem de águas pluviais e urbanização, instabilidade no fornecimento de água e de energia elétrica, lixo e detritos espalhados pelo bairro.

Em novembro de 2013, foi firmado um termo de compromisso entre a Terracap e o setor da construção para superar esaes entraves no Noroeste, infelizmente não honrado. Ainda há muito a se fazer e, agora, vivemos a expectativa de uma nova e promissora etapa para a administração pública do Distrito Federal. Esperamos que, com trabalho e união, possamos fazer de 2015 um ano de retomada do crescimento do mercado imobiliário do DF e de novas conquistas voltadas, especialmente, para maior aceleração na aprovação de projetos e redução da burocracia. Acreditamos que o perfil técnico da equipe do governador Rodrigo Rollemberg será positivo para a indústria da construção civil.

O compromisso dos que integram a Ademi-DF com o presente e o futuro de Brasília permanece o mesmo: produzir, gerar emprego e renda, movimentar a economia do DF. Por isso, a associação colocará em prática no próximo ano o Projeto Valorização do Setor Imobiliário do Distrito Federal, criado com o objetivo de resgatar o papel de protagonista da indústria da construção civil, geradora de boas notícias na economia local e regional. Essa iniciativa é um sinalizador das ações que precisam ser realizadas no curto, médio e longo prazos para que a indústria imobiliária — uma das principais de nossa região — volte a ter condições de prosperidade e horizonte positivo nas próximas décadas.

Fonte: Correio Braziliense
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Perfil Profissional

Varlei DisiutaVarlei Disiuta é graduado em Administração de Empresas, com Especialização em Marketing (pós-graduação). Atua na região Sul do Brasil e representa diferentes empresas mundiais, principalmente nos segmentos metalomecânico e plástico.

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