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Código de Mineração não é aprovado, mas dá emprego aos políticos



Depois de anos sem aprovação o Código de Mineração continua no prelo...desde 2011.

O descaso com a Mineração e com a Pesquisa Mineral que é demonstrado pelo nosso Governo é cristalino.

Não há interesse em aprová-lo, pois se o interesse houvesse já teríamos um novo Código de Mineração desde 2013 quando foi oficialmente lançado.

O que causa indignação é que a não aprovação do código está desempregando milhares, atrasando o recolhimento de centenas de milhões de reais em impostos, paralisando a pesquisa mineral e, consequentemente, a descoberta de jazidas com valores que seguramente superam os bilhões.

Quem perde com isso?

Todos nós perdemos. A população, as empresas que tiveram que paralisar e demitir e até o Governo, que mesmo quebrado, sem fundos, não consegue ver o aumento de arrecadação que a aprovação trará.

Quem ganha com isso?

Esta é uma pergunta capciosa, mas tem fundamento.

Quem ganha são os políticos que por vários anos integram as comissões que deveriam ter aprovado o código.

Eles são pagos regiamente para fazer quase nada, pois se o fizessem o Código já faria parte da história.

Um deputado federal , por exemplo, irá somar o adicional pela “participação na comissão” aos seus R$1.792.164,24 que ganha anualmente.

Não é a toa que poucos querem acelerar as votações.

As promessas de votação são, na realidade, velhos estratagemas usados pelos “nobres” políticos para manter-nos, os interessados, na ilusão. A maioria simplesmente não tem nenhum interesse em largar uma fonte de renda tão conveniente.

São histórias que já cansamos de ouvir, como a que nos foi contada pelos públicos e notórios integrantes do painel (foto) em junho de 2013.

Talvez seja por isso que está sendo criada, hoje, mais uma subcomissão, no âmbito da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) do Senado.

“A Câmara está discutindo o marco regulatório do setor de mineração e a criação da subcomissão será uma forma de nos prepararmos para quando a matéria chegar ao Senado “— explicou Sérgio Petecão um dos senadores que é coautor do novo colegiado.

De promessa em promessa, comissão em comissão e de subcomissão em subcomissão o mundo mineral vê, com indignação e desânimo o Código Mineral ser empurrado com a barriga.

Enquanto isso a última notícia da Câmara é a promessa de que o Código será aprovado em maio...

Difícil!

Ainda mais agora que o Código está sendo, mais uma vez, desfigurado pelos novos políticos que assumiram há pouco e nada sabem sobre o assunto.


Fonte: O Portal do Geólogo

Regulamento estabelece limites para cádmio e chumbo em bijuterias e joias



Foi disponibilizada até o dia 23 de março de 2014 uma consulta pública realizada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) com a proposta de regulamento para estabelecer limites de cádmio e chumbo na fabricação de bijuterias e joias comercializadas no Brasil. Sociedade em geral e todas as partes interessadas puderam participar, enviando relatos e sugestões. A intenção foi incentivar o mercado nacional, prejudicado com a concorrência desleal dos produtos de baixa qualidade, resguardar a saúde do consumidor e, principalmente, proteger o meio ambiente contra metais pesados.

A proposta de regulamentação, que considera bijuterias e joias, de uso adulto ou infantil, contas metálicas e componentes metálicos para fabricação de peças de joalheria; artigos de joalheria e de bijuteria metálicos, como acessórios para o cabelo; pulseiras, colares e anéis; piercings; relógios de pulso e outros adornos para os pulsos; abotoaduras e brincos, é fruto de uma articulação junto à Receita Federal, ao Ministério do Meio Ambiente e representantes da indústria nacional de bijuterias e joias. Nos EUA, o limite máximo permitido para cádmio em joias e bijuterias é de 0,03% e na Europa, 0,01%, índices que serviram de base para o regulamento brasileiro que está em consulta pública.

“Não há regras estabelecidas para estas substâncias no Brasil, ao contrário da Europa e dos Estados Unidos. Resultados de ensaios em laboratórios do Inmetro com amostras de bijuterias, principalmente as importadas, acusaram a presença de metais pesados em níveis elevados. Apesar de a migração dessas substâncias para o corpo humano ser baixa, a maior preocupação é com a contaminação do maio ambiente, principalmente quando do descarte em grandes quantidades desses produtos”, comentou o chefe da Divisão de Articulação Externa e Projetos Especiais, Gustavo Kuster.

Prazos de adequação e fiscalização com Receita Federal nas aduanas

Fabricantes e importadores terão 12 meses para adequação, após a publicação da portaria definitiva do regulamento, com mais seis meses para atacadistas e varejo escoarem todo o seu estoque, sujeitos às penalidades previstas na lei. Após este prazo, o Inmetro, por meio dos órgãos delegados, os Institutos de Pesos e Medidas em cada estado, iniciará a fiscalização. “Teremos uma atuação muito forte em portos e aeroportos, em parceria com a Receita Federal. Um trabalho de inteligência para impedir que o produto irregular, não conforme, entre no país”, resumiu Gustavo.

O texto da Portaria encontra-se disponível no site do INMETRO.

Marco Civil: debate é prorrogado para 31 de março


Objetivo da medida é assegurar maior número de contribuições antes do decreto presidencial

Com o intuito de assegurar o maior número de contribuições para a regulamentação do Marco Civil da Internet, a Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça prorrogou o prazo do debate público para 31 de março.

A plataforma propõe debate sobre pontos do Marco Civil que foram tratados de forma genérica ou que dependem de regulamentação.

“A prorrogação da consulta permitirá que a participação da sociedade traga elementos fundamentais para que o decreto presidencial seja eficaz" afirma o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Gabriel Sampaio.

São eles as exceções da neutralidade de rede (princípio que garante que dados que circulam na rede sejam tratados sem distinção por conteúdo, origem, destino ou serviço), a guarda de registros de conexão (de responsabilidade das operadoras) e registros de aplicações (coletados por sites, serviços, redes sociais e aplicativos móveis), privacidade na rede e outros temas passíveis de regulamentação.
Em 2009, o Marco Civil da Internet foi elaborado a partir de uma plataforma semelhante, e recebeu mais de 2 mil sugestões.

Fonte: Ministério da Justiça
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Varlei DisiutaVarlei Disiuta é graduado em Administração de Empresas, com Especialização em Marketing (pós-graduação). Atua na região Sul do Brasil e representa diferentes empresas mundiais, principalmente nos segmentos metalomecânico e plástico.

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