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Espanhola Gamesa vence dois contratos de turbinas eólicas no Brasil
Um contrato, de 108 MW de capacidade, é para a Serveng Energias Renováveis, e o outro, de 42 MW, é para a Chesf.
Fonte: Thomson Reuters
» Saiba mais (em inglês)
Eletrobras Eletrosul inaugura parque eólico Geribatu
O sistema de transmissão que escoará a energia do parque eólico e integrará a zona sul do estado ao Sistema Interligado Nacional (SIN) também será oficialmente entregue. São aproximadamente 470 quilômetros de linhas de extra-alta tensão (525 kV), três novas subestações (Santa Vitória do Palmar, Marmeleiro e Povo Novo) e a ampliação da subestação Nova Santa Rita – obras realizadas em parceria entre a Eletrobras Eletrosul (51%) e a Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica (CEEE-GT). Serão entregues, ainda, outros 290 quilômetros de linhas de alta tensão (230 kV) e a subestação Camaquã 3, que reforçam o sistema elétrico gaúcho.
Os investimentos no parque eólico e sistemas de transmissão associados – previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2) – somam R$ 2,1 bilhões.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Eletrobras Eletrosul - Foto: Vanderlei Tacchio (Eletrobras Eletrosul)
Uruguai está emergindo como o líder mundial em energia eólica 2015
Parque eólico en Sierra de los Caracoles
Neste contexto, Uruguai terá na base de seu fornecimento, energia eólica em torno de 30%, percentual de aproveitamento superior ao que conseguem obter a Dinamarca (28%), Espanha (21%) ou Alemanha (12%). Existem 20 usinas eólicas, que operam atualmente no Uruguai e cerca de 12 em construção.
Essa expansão do setor, que começou em 2008, forneceu aproximadamente US$ 1 bilhão para a economia nacional.
As turbinas de vento custam cerca de US$ 3 milhões cada e são responsáveis por 75% do investimento de cada parque, do Uruguai, que geralmente têm 25 aerogeradores e uma capacidade instalada de 50 MW.
"Para este país agropecuário, essa energia é compatível com o desenvolvimento agrícola e praticamente não gera impacto ambiental", disse o engenheiro mecânico José Cataldo, diretor do Instituto de mecânica dos fluidos e engenharia ambiental da faculdade de engenharia da Universidade da República.
Fonte: i-ambiente
Tradução: Emerson F. Tormann
Energia solar tem levado vantagem em relação à eólica
Microtorres de captação da energia produzida pelos ventos necessitam de locais adequados e seu custo é mais alto
Na corrida da microgeração, a energia solar tem levado vantagem em relação às pequenas torres eólicas. Dois fatores jogam contra a captação da energia gerada a partir dos ventos, quando comparada àquela retirada dos painéis fotovoltaicos.O primeiro é de ordem física: as torres necessitam de locais que tenham boa presença de vento - em termos de velocidade e de regularidade. O segundo diz respeito ao preço. Em média, um projeto eólico previsto para gerar a mesma quantidade de energia de uma estrutura solar é até 40% mais caro. Esse valor deve-se não apenas ao uso de equipamentos mais caros, mas também à complexidade de engenharia desses projetos.
Apesar de a energia solar ser mais democrática que a eólica, Estados do Nordeste e o Rio Grande do Sul são privilegiados para esse tipo de projeto. A adoção de microtorres eólicas também tem se espalhado em operações específicas de empresas.
Um exemplo são as antenas repetidoras de sinais de internet e telefonia, normalmente instaladas em regiões remotas e sem acesso à rede elétrica, mas com muita incidência de vento, por estarem no pico de montanhas. Para enviar seus sinais de frequência, essas antenas precisam de energia.
A geração eólica doméstica pode até ter dificuldades de se plugar nas redes das distribuidoras, mas seu uso independente, apoiado em baterias, pode ser uma alternativa viável. "Hoje temos cerca de 700 clientes espalhados no País, praticamente todos eles ainda desplugados da rede pública de energia", comenta Pereira.
Os números da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) são a prova de que os projetos eólicos em rede ainda estão em fase de gestação. Até agora, apenas 17 projetos de microeólicas plugadas em distribuidoras foram cadastrados pela agência. "Temos o monopólio de um mercado que ainda não existe, mas um dia ele vai existir", diz Luiz Cezar Pereira.
Os prédios devem ser o próximo mercado da energia baseada em vento. Novos projetos baseados em torres verticais devem chegar ao mercado no início do próximo ano.
"Estamos muito atrasados. Hoje há 806 mil pequenas turbinas de vento instaladas no mundo - 570 mil na China. Isso só acontece em função de políticas de Estado. Lá o assunto é tratado como política pública", diz Mauro Passos, presidente do Instituto Ideal, especializado em estudos de fontes renováveis de energia.
O Estado de S.Paulo
Engenheiro nigeriano converte um fusca em um carro movido a energia solar/eólica
Enquanto Segun Oyeyiola era um estudante na Universidade de Obagemi Awolowo, ele converteu seu VW Fusca à gasolina em uma máquina livre decombustíveis fósseis instalando um painel solar na parte superior e uma turbina de vento sob o capô.
A idéia é que isto se torne "O carro do futuro na Nigéria".
No início, a bateria levou 4-5 horas para carregar, o que não era ideal. Os maiores desafios, de acordo com Oyeyiola, era encontrar os melhores materiais para usar,e as pessoas dizendo a ele que estava desperdiçando seu tempo.
Aqui está uma animação de um carro movido a solar/vento, mostrando como as baterias são carregadas através das várias turbinas.
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