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Vale: Produção recorde em ouro, níquel e cobre


A Vale apresentou seu relatório trimestral de produção. O destaque ficou para os recordes atingidos na produção de ouro, níquel e cobre. O carro chefe da mineradora, no entanto, atolou: a produção de minério de ferro da Vale foi de 86,8 Mt no segundo trimestre, queda de 2,8% na comparação anual devido principalmente à decisão estratégica de reduzir a produção de operações com menor margem e à paralisação da Samarco.

Fonte: BR.ADVFN

Dinheiro “fácil” atraiu pessoas de todo o Brasil para garimpo ilegal

corrida do ouro


A busca pelo dinheiro, aparentemente fácil, foi uma das motivações para a “Febre do Ouro”, em Mato Grosso. A corrida pelo minério, em Pontes e Lacerda (448 km a Oeste de Cuiabá), teria começado em 12 de outubro de 2015, em uma região conhecida como Serra da Borda. Na época, cerca de 600 pessoas invadiram a área, após a divulgação de que uma grande quantidade de ouro fora encontrada no local.

A disseminação de fotos e vídeos nas redes sociais, muitos deles frutos de montagens falsas, colaborou para intensificar a invasão, que chegou a receber mais de cinco mil pessoas. Aventureiros acorreram de outros estados do Brasil ou até mesmo de outros países, em busca do ouro que, conforme afirmavam, era abundante na região. As pessoas que chegavam ao garimpo ilegal acreditava que ali estava a oportunidade para melhorar de vida.

Porém, a prática da extração de ouro na região, sem autorização do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), foi considerada crime pelo Ministério Público Federal (MPF). O MPF determinou que todo o minério apreendido na região fosse recolhido e a prática de compra ou venda do mesmo deveria se configurar como crime. Em 16 de outubro, a Justiça Federal determinou o encerramento imediato de todas as atividades de extração de ouro na área.

Porém, o sonho de muitos começou a ruir quando uma decisão do juiz federal Francisco Antônio de Moura Júnior, da 1ª Vara da Subseção de Cáceres, proferida em 19 de outubro, determinou a completa desocupação do lugar. O magistrado considerou necessária a aplicação do poder geral de cautela que compete ao juiz, a fim de “evitar o prolongamento dos danos ambientais, cessar a atividade ilegal perpetrada, e, principalmente, retomar a segurança local e regional”.

O local foi esvaziado durante a operação “Terra do Nunca”, da Polícia Federal, que desocupou a área no dia 10 de novembro. Após o local ser completamente esvaziado, garimpeiros retornaram à região no final do ano. Em 15 de dezembro, a estimativa era de que mais de duas mil pessoas haviam retornado à região.

No dia 13 de dezembro, um homem que estava no garimpo ilegal morreu após ser linchado, depois de ter atirado acidentalmente em um adolescente, que também morreu. Em 15 de dezembro, duas pessoas foram presas em flagrante com 60 itens de material explosivo, 100 espoletas de detonador e um cordel de explosivos. Os objetos teriam sido adquiridos na Bolívia, para a extração de ouro. Os ocupantes que chegaram ao garimpo, após a desocupação total do lugar, permanecem na região.

Retorno dos garimpeiros

De acordo com uma Ação Civil Pública do MPF e do Ministério Público Estadual (MPE), a manutenção das forças de segurança, após a completa desocupação do local, foi mantida pelo prazo de apenas dez dias. Depois deste período, as forças de segurança não teriam apresentado cronograma maior, sob a justificativa de falta de efetivo. O Governo do Estado alega que solicitou à Presidência da República e ao ministro da Justiça o apoio da Força Nacional.

Porém, a Ação Civil Pública dos MPE e do MPF relata que não houve nenhuma manifestação ou envio de força policial à área. Cerca de duas mil pessoas teriam retornado à região, de acordo com a Justiça. O aumento da violência foi um dos itens citados na Ação Civil Pública, que foi acatada pela juíza federal Ana Lya Ferraz da Gama Ferreira, que determinou a desocupação total da área em um prazo de 30 dias.

A magistrada decidiu que o governador Pedro Taques (PSDB) e a presidente Dilma Rousseff (PT) devem apresentar e cumpram um plano para a desocupação e isolamento da região. Ana Lya Ferraz da Gama Ferreira determinou a apresentação do plano em 15 dias e mais 15 para o cumprimento. As ações de desocupação total do garimpo deverão ser cumpridas no início deste ano.

Fonte: Midia News

Menos energia para garimpar mais ouro

A mineradora sul-africana AngloGold Ashanti aposta na eficiência energética para ser mais sustentável - e para lucrar mais



A energia elétrica é um fator crítico para mineradoras de ouro, como a sul-africana AngloGold Ashanti. O uso desse insumo é intensivo, e não é difícil entender a razão: é preciso processar muitas toneladas do minério extraído do solo para encontrar apenas alguns gramas de ouro. Na mina Lamego, por exemplo, que a AngloGold explora na cidade de Sabará, em Minas Gerais, retiram-se, em média, 5 gramas de ouro de cada tonelada de rocha. Por isso, a empresa mantém uma comissão de racionalização de energia, formada por representantes de todas as unidades. O papel da comissão é conscientizar os funcionários sobre a importância de economizar energia e identificar formas de diminuir o consumo.

Fora isso, a empresa conta com a geração própria de parte considerável da energia usada em suas operações. A AngloGold detém um sistema com sete pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) na região de Nova Lima, também em Minas Gerais. A produção própria responde por 25% das necessidades da empresa.

A eficiência energética tem sido uma tônica de ação nos últimos anos. Em Lamego, o uso de energia diminuiu 13% depois que a AngloGold implantou um projeto de ventilação sob demanda. Pelo sistema, softwares foram adotados para adequar a ventilação à atividade desenvolvida e ao número de pessoas presentes em cada ponto da mina. Uma iniciativa semelhante foi colocada em prática na unidade Serra Grande, em Crixás, no estado de Goiás. Lá, temporizadores foram instalados para desligar a ventilação no subsolo automaticamente durante as trocas de turno dos funcionários.

"Já não vivemos uma euforia no setor, como há poucos anos", diz José Margalith, diretor de sustentabilidade da AngloGold. "Por isso, temos investido pesadamente para reduzir nossos custos." As cotações do metal no mercado internacional caíram quase 30% nos últimos três anos. Aos poucos, porém, a sequência de esforços vem dando bons resultados. Neste ano, o consumo de energia nas unidades de Minas Gerais deverá cair em torno de 2% em relação ao ano passado.

Fonte:Exame

Empresa australiana investirá R$ 30 milhões na produção de ouro em Goiás



A empresa australiana Orinoco Gold oficializou hoje um investimento de R$ 30 milhões com a construção de uma indústria na cidade de Faina, Região Noroeste do Estado, que pretende produzir 20 mil onças (640 quilos) de ouro por ano. Diretores do grupo assinaram um protocolo de intenções, com o governo de Goiás, representado pelo governador Marconi Perillo, que prevê a geração de 140 empregos diretos e indiretos e entrada em operação planta já em dezembro deste ano. A solenidade foi na sala de reunião do 10º andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira.

Este é o primeiro investimento da empresa fora da Austrália. Desde 2012, as jazidas de Faina estão em análise pela Orinoco. Nestes últimos três anos, durante a pesquisa e preparação de lavra, foram investidos R$ 20 milhões. O diretor técnico do grupo, Klaus Petersen, disse que estes estudos detectaram a existência de novos alvos de minério na região. “Estão em pesquisa novos depósitos de ouro, cobre e prata, a cerca de 1,5 quilômetro de distância da mina. Podemos anunciar novos investimentos em breve”, afirmou.

O governador Marconi Perillo destacou a importância da realização de novas prospecções de minérios para a economia do Estado. “Com certeza este será um projeto sustentável e duradouro. O mais importante é que além da possibilidade de termos uma mina com boa prospecção, também existem outros projetos a serem examinados. Isso me deixou animado. Como o minério é finito, se temos outras alternativas e outros exames sendo feitos, significa que temos algumas décadas de minérios para serem produzidos e empregos para serem gerados”, afirmou.

Marconi ainda frisou a importância da empresa investir no desenvolvimento social, para amenizar os impactos urbanos do início do processamento do minério. “Um investimento como este atrairá muita gente para a cidade de Faina. As prefeituras estão cada vez mais pobres e os Estados, com menos recursos. Faço esse apelo, aqui, que a empresa desenvolva projetos na área social, para colaborar com a prefeitura. Temos problemas na área de saúde, habitação, infraestrutura, na área urbana”, pontuou.

Ele analisou ainda a importância do projeto para o cenário econômico do País e disse que o Estado está pronto para apoiar a empresa em novos investimentos. “Da parte do governo do Estado, estamos aqui para garantir o apoio que vocês precisam para investir mais, mesmo sabendo das limitações de crédito e dificuldades que passam o Brasil e o mundo. Este projeto não vai ser importante apenas para Faina e para a Região da Rodovia do Boi, mas para o Estado e o Brasil”, analisou.

Capacidade

A capacidade de extração da jazida será de 40 mil toneladas de minérios por ano, para serem processados pela nova indústria. A jazida, localizada a 30 quilômetros da futura instalação industrial, já foi explorada pela mineradora Sertão, entre 2004 e 2007. A expectativa é de que a maior parte da produção seja exportada. Goiás é hoje o terceiro maior produtor de ouro do País, segundo dados do Instituto Mauro Borges (IMB), só perdendo para Minas Gerais e Bahia, respectivamente. As minas goianas respondem por quase 20% da produção nacional. Em 2012, o Estado produziu 11,238 toneladas e o País 66,8 toneladas.

O governador Marconi frisou junto aos representantes da empresa que o Estado pretende aumentar sua competitividade e que, para isso, o governo de Goiás está aberto ao capital privado, tanto nacional quanto internacional. “Não temos preconceito contra investimentos de capital estrangeiro e nunca tivemos. Aliás, eu e o (ex-deputado e atual secretário de Meio Ambiente e Cidades) Vilmar Rocha fomos um dos responsáveis pela aprovação da mudança constitucional que quebrou o preconceito contra o capital estrangeiro no País, dentro das reformas realizadas pelo presidente Fernando Henrique. Havia preconceito e vedação. Nós ajudamos, em 1995 e 1996, a quebrar essa resistência. Em Goiás estes projetos são bem-vindos.”

A possibilidade de abertura de um museu da mineração da cidade de Faina ainda foi comentada pelo governador. “Gostaria de estimulá-los dentro desta perspectiva da sustentabilidade local que a é a questão do museu da mineração. Acho que seria bom se vocês desenvolvesse esse projeto. Aquela região representa um dos principais destinos turísticos do País, que é o Rio Araguaia. Se temos um museu da mineração ali, falando da história de Goiás, seria um forte atrativo, já que muita gente passa por ali”, comentou.

Fonte: DM
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Varlei DisiutaVarlei Disiuta é graduado em Administração de Empresas, com Especialização em Marketing (pós-graduação). Atua na região Sul do Brasil e representa diferentes empresas mundiais, principalmente nos segmentos metalomecânico e plástico.

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